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Desemprego cai a 5,2% no 3º trimestre, o menor para o período desde 2012, e a massa de renda bate recorde

A taxa de desemprego caiu para 5,2% no trimestre encerrado em setembro de 2026, a menor para um terceiro trimestre desde 2012, segundo o IBGE. A população ocupada chegou a 103,6 milhões e a massa de rendimento, a R$ 387,5 bilhões, ambas recordes da série.

Marcelo Freitas, editor
01/11/2026, 06:05 · 2 min de leitura
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Barras de vidro fosco em escada com uma barra amarela, ilustrando a queda da taxa de desemprego no 3º trimestre de 2026
Imagem ilustrativa gerada por IA.
Em resumo

A taxa de desemprego caiu para 5,2% no trimestre encerrado em setembro de 2026, a menor para um terceiro trimestre desde 2012, segundo o IBGE. A população ocupada chegou a 103,6 milhões e a massa de rendimento, a R$ 387,5 bilhões, ambas recordes da série.

Desemprego de 5,2% é o menor para um terceiro trimestre desde 2012

A taxa de desemprego ficou em 5,2% no trimestre encerrado em setembro de 2026, a menor para um terceiro trimestre desde 2012. O número vem da Pnad Contínua, pesquisa do IBGE divulgada em 30/10, segundo a Agência Brasil.

No trimestre anterior, a taxa era de 5,4%. No terceiro trimestre de 2025, de 5,6%.

Na prática

  1. 30/10/2026IBGE divulga a Pnad Contínua do 3º trimestre

Os números da pesquisa

  • Desocupados: 5,6 milhões, 234 mil a menos que no trimestre de abril a junho (queda de 4%) e 417 mil a menos que um ano antes (queda de 6,9%).
  • Ocupados: 103,6 milhões, o maior número da série. São 581 mil a mais no trimestre e 1,2 milhão a mais em um ano.
  • Nível da ocupação: 59%, recorde da série, contra 58,8% no trimestre anterior e 58,7% um ano antes.
  • Informalidade: 37,5% dos ocupados, ou 38,8 milhões de pessoas. No trimestre anterior eram 37,4% (38,6 milhões).

Renda também sobe

O rendimento real habitual de todos os trabalhos ficou em R$ 3.790. O valor ficou estável no trimestre e subiu 3,6% em um ano, o equivalente a R$ 131 a mais.

A massa de rendimento real, que soma o que todos os ocupados recebem, chegou a R$ 387,5 bilhões, a maior da série. A alta é de 1,5% no trimestre (R$ 5,6 bilhões) e de 4,7% em um ano (R$ 17,5 bilhões).

O que muda para o dono de negócio

Com 5,2% de desocupação, contratar fica mais disputado, e a renda média em alta pressiona os salários oferecidos. Para o comércio e os serviços, a massa de rendimento recorde indica mais dinheiro em circulação entre os consumidores.

A taxa de informalidade, de 37,5%, mostra que mais de um terço dos ocupados trabalha sem registro formal.

O que fazer agora

  • Comparar o salário e os benefícios das vagas abertas com o que os concorrentes da região oferecem antes de abrir a próxima contratação.
  • Rever o orçamento de folha para o primeiro semestre de 2027, já considerando um mercado de trabalho com pouca folga.
  • Contadores: avisar clientes com equipe grande de que a rotatividade tende a custar mais em um mercado aquecido.
  • Acompanhar a próxima divulgação da Pnad Contínua no site do IBGE.

Fontes

Histórico desta página

01/11/2026 06:20
Publicação.
Foto de Marcelo Freitas

Marcelo Freitas

Marcelo Freitas é entusiasta da tecnologia, fundador da agência SAL Estratégias de Marketing e trabalha com marketing e tecnologia há mais de 10 anos.

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